Muitas vezes, pais e alunos enfrentam a recuperação escolar como uma situação de preocupação e um sinal de fracasso do estudante. No entanto, o período pode ser considerado uma oportunidade de recuperar o conteúdo perdido, reforçar o aprendizado e reverter os resultados negativos."Podemos relacionar as notas vermelhas há falta de atenção, excesso de faltas em sala de aula, lições de casa não feitas - que fazem com que o aluno não reforce o aprendizado fora da sala de aula -, falta de planejamento nos estudos ou há própria dificuldade que o aluno possa ter em determinada matéria", fala o mestre e psicólogo Fernando Elias José, especialista na preparação emocional de estudantes.
O estudante que está em recuperação, obviamente não conseguiu absorver o conteúdo necessário ou teve dificuldades em colocá-lo em prática. Portanto, é importante que os pais procurem auxiliar este jovem, tentando entender as suas necessidades pessoais. "Recomendo sempre que este problema seja inicialmente trabalhado em casa. Os pais devem entender a situação e perguntar diretamente aos seus filhos como podem ajudar nesse momento. Nada melhor do que acertar "com os pés no chão" como as coisas irão acontecer ao longo do ano, a fim de obter os resultados esperados e não gerar frustrações futuras", explica o psicólogo.
Mas para que o período de recuperação seja enfrentado com sucesso, junto ao apoio pedagógico e a participação ativa dos pais, o aluno também precisa mostrar-se interessado em aprender e a tirar suas dívidas. "Ao perceber que não está conseguindo acompanhar a matéria, o aluno deve estabelecer uma rotina de estudos, evitando que o conteúdo acumule e procurando reverter os resultados negativos", aconselha Fernando Elias.
Fernando Elias José é Mestre em Cognição Humana pela PUCRS, palestrante, consultor organizacional e psicólogo clínico. Especialista em Diagnóstico Psicológico pela PUCRS, especialista em Psicoterapia Cognitivo-Comportamental pela WP Centro de Psicoterapia Cognitivo-Comportamental, com Curso de Extensão em Psicoterapia Cognitiva na UFRGS. Membro da Federação Brasileira de Terapias Cognitivas, há mais de quatorze anos se dedica há pesquisa em Ciências Cognitivas e trabalha com psicoterapia na abordagem cognitivo-comportamental direcionada h&aacut; preparação emocional de candidatos para provas, vestibulares e concursos. Autor do livro "Concursos Faça Sem Medo“ Entenda, domine e supere os desafios", pela Artes e Ofícios Editora, 2011.
Assuntos Relacionados