02 mar de 2015

A dor de cabeça no universo feminino

Categoria:
Saúde

Dia 08 de Março comemora-se o Dia Internacional da Mulher, o dia, endossado pela ONU, comemora todas as conquistas das mulheres até agora e alerta o mundo para a necessidade da constante luta pela igualdade de gêneros. Já é sabido que as mulheres, além da luta diária, sofrem mais com a dor de cabeça do que os homens. Durante uma rotina dinâmica e cheia de compromissos na vida pessoal e profissional, uma simples dor de cabeça pode impactar todo um contexto. A sugestão de pauta vai falar sobre a dor de cabeça no universo feminino e os conflitos que isso pode gerar em diferentes situações: no trabalho, em casa, na relação amorosa, entre outros.

Cenário:
A cefaleia crônica diária acomete 2.4 mais vezes as mulheres do que os homens, segundo estudo epidemiológico nacional realizado em 2008 pela Sociedade Brasileira de Cefaleia;

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As mulheres se desdobram entre o trabalho, a vida social e amorosa, a casa e os cuidados pessoais, assim com seu tempo limitado e precioso, uma dor de cabeça pode atrapalhar muito a rotina.

O ciclo menstrual é também causador de dores de cabeça, devido aos hormônios liberados no período. "A maior suscetibilidade das mulheres está ligada a dois tipos de cefaleia. Uma relacionada aos hormônios femininos e outra ao ciclo menstrual. A dor de cabeça durante o período da menstruação está atrelada ao hormônio estradiol que, quando liberado rapidamente, pode desencadear crises mais intensas", explica o Dr. Deusvenir Carvalho.

As mulheres sofrem mais com a enxaqueca que os homens e isso pode gerr diversas consequências. Por exemplo, no Reino Unido 25 milhões de dias úteis são perdidos todos os anos devido a enxaqueca, o que impacta financeiramente nas empresas.
Para aliviar as dores é importante ter opções que amenizem o problema, como momentos de lazer dentro da rotina agitada, e hidratação constante.

Porta-voz: Dr. Deusvenir de Souza Carvalho, é médico neurologista, consultor do analgésico Neosaldina, Professor Associado Doutor e Chefe do Setor de Investigação e Tratamento das Cefaleias, Disciplina de Neurologia Clínica, Departamento de Neurologia e Neurocirurgia, Escola Paulista de Medicina (EPM), Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Membro Titular da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBCe), "American Headache Society (AHS)" e "International Headache Society (IHS).
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